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19-06-2018

Com forte alta nas vendas para os EUA, exportação de suco de laranja cresceu 36% até maio

São Paulo – As exportações de suco de laranja do Brasil cresceram 36% nos cinco primeiros meses deste ano, segundo dados divulgados pela Associação Nacional dos Exportadores de Sucos Cítricos (CitrusBR). De janeiro a maio de 2017 foram embarcadas 342,7 mil toneladas e nos mesmos meses deste ano foram 467,6 mil toneladas.

Em valores, o Brasil faturou US$ 869,6 milhões com as vendas do suco de laranja no acumulado deste ano até maio contra US$ 649,5 milhões em iguais meses de 2017. O crescimento foi de 34%, o equivalente a US$ 220,1 milhões.

A União Europeia, primeiro maior mercado do produto, comprou 236,4 mil toneladas do suco brasileiro, com aumento de 5%. A receita obtida com vendas para a região avançou 1%, para US$ 438,7 milhões.

Os Estados Unidos, que ocupam o segundo lugar no ranking dos importadores, adquiriram 155,5 mil toneladas de janeiro a maior, com alta de 169%. A receita desta comercialização subiu 170% e ficou em US$ 281,7 milhões.

O terceiro maior mercado foi o Japão, com 33,9 mil toneladas e avanço de 69%. O faturamento destas exportações foi de US$ 66,4 milhões e cresceu 89% no acumulado dos cinco primeiros meses sobre igual período de 2017.

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24-04-2018

Exportação de soja do país em abril ganha ritmo, aponta Secex

Em média, 495,7 mil toneladas do grão foram exportados por dia nas três primeiras semanas do mês, 53 mil a mais do que o registrado na primeira quinzena.

A exportação de soja do Brasil em abril até a terceira semana atingiu 495,7 mil toneladas ao dia em média, ante 442,7 mil toneladas nas duas primeiras semanas do mês, de acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) divulgados nesta segunda-feira.

Apesar do aumento na média diária, os embarques ainda estão abaixo das 579,6 mil toneladas ao dia registradas em abril do ano passado.

À medida que mais soja da safra recorde chega aos portos, os embarques no acumulado dos 15 primeiros dias úteis de abril estão mais acelerados frente ao total visto em março (419,7 mil toneladas).

Nas três primeiras semanas do mês, o maior exportador global de soja embarcou, segundo a Secex, 7,4 milhões de toneladas, ante 8,81 milhões em todo o mês de março e 10,43 milhões em abril de 2017.

Em abril do ano passado, os embarques brasileiros de soja foram volumosos, perdendo apenas para o recorde histórico de maio do ano passado de 10,96 milhões de toneladas.

As exportações brasileiras no ano devem atingir mais de 70 milhões de toneladas, segundo consultorias, diante de uma safra recorde de quase 120 milhões de toneladas, de acordo com analistas.

Além da safra recorde, as exportações brasileiras têm sido beneficiadas por uma disputa comercial entre Estados Unidos e China, maior importador global da oleaginosa.

O Brasil ainda deve ocupar espaço deixado pela Argentina, cuja colheita sofreu uma severa redução devido à seca prolongada.

Fonte: www.exame.abril.com.br

04-04-2018

China anuncia aumento da abertura no setor manufatureiro

Pequim – O ministro chinês da Indústria e Informatização, Miao Yu, disse na sexta-feira que as preocupações com o plano “Made in China 2025” são desnecessárias e que a China continuará abrindo o setor manufatureiro.

“Estamos comprometidos a garantir que o plano “Made in China 2025″ e outras políticas relevantes sejam aplicados igualmente para todas as empresas na China, tanto domésticas como estrangeiras”, de acordo com um artigo assinado por Miao no “China Daily”.

Publicado em maio de 2015, o plano tem como objetivo impulsionar a inovação manufatureira na China e promover o desenvolvimento em 10 setores-chave, incluindo robótica, equipamento aeroespacial e novos materiais.

Com a ascensão do setor manufatureiro chinês, algumas pessoas temem que o plano “Made in China 2025” somente beneficie empresas chinesas e crie obstáculos para empresas estrangerias, de acordo com o artigo intitulado “Maior Abertura de Manufatura para Promover Crescimento Global”.

Também há preocupação de que o efeito de arrasto que pode aparecer de problemas estruturais, como capacidade excessiva, tivesse um impacto negativo sobre indústrias de outros países, disse ele.

“Essas preocupações são desnecessárias”, afirmou Miao.

Graças à implementação do plano, a China tem aprimorado sinergias nas estratégias de desenvolvimento manufatureiro e promovido a cooperação com Alemanha, França e outros países por mecanismos multilateral ou bilateral, disse ele.

Ao investir no exterior, empresas manufatureiras chinesas têm também levado fundos, tecnologias e produtos a outros países e contribuído ao desenvolvimento da economia local ao criar empregos e pagar impostos, gerando resultados de ganho mútuo, disse ele.

Até o fim de 2017, os investimentos acumulados das empresas chinesas nas zonas cooperativas comerciais no exterior totalizaram US$ 30,7 bilhões, gerando US$ 2,42 bilhões em impostos e tarifas e criando 258 mil empregos locais.

A China implementará seus compromissos para continuar a abertura de setores como automóveis, construção de navios e manufatura de aeronaves ao aliviar restrições à participação de capital estrangeiro o mais cedo possível, especialmente em carros, disse Miao.

O país também melhorará o alinhamento com regras econômica e comercial internacionais e dará a investidores estrangeiros mais oportunidades melhores, acrescentou ele.

“A indústria manufatureira da China tem defendido e sempre defenderá o princípio fundamental de benefício mútuo e cooperação aberta”, disse Miao.

(*) Com informações da Agência Xinhua

Fonte: www.comexdobrasil.com